4 principais riscos de não usar peças originais na moto

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Seja para enfrentar o caótico trânsito das grandes cidades ou percorrer consideráveis distâncias para quem mora em locais mais distantes, a moto é uma excelente escolha como meio de transporte para o dia a dia e pode ter diversos benefícios para a rotina do proprietário.

Porém, o uso constante de um veículo pode levar ao seu desgaste e, em determinado momento, é inevitável a necessidade de manutenção.

E é aí que entra a dúvida da maioria dos motociclistas: é realmente necessário usar peças originais na moto? Continue lendo para entender os riscos que uma má utilização de peças pode trazer!

Quais são os tipos de peças disponíveis no mercado?

Vamos começar explicando brevemente os diferentes conceitos de qualidade das moto-peças:

  • peças genuínas: são aquelas utilizadas pelas próprias montadoras na fabricação da moto. Elas estão de acordo com todas as especificações exigidas pela empresa quanto a material utilizado, tamanho, durabilidade, desempenho e resistência;
  • peças originais: nem sempre a montadora fabrica todas as peças utilizadas na constituição da moto. Em alguns casos, ela contrata empresas terceirizadas para fornecer certas partes. Portanto, as peças originais são as mesmas utilizadas na fabricação da moto pela montadora, mas sua venda no mercado ocorre por meio da empresa terceirizada;
  • peças paralelas: se trata de componentes não homologados pela montadora, criados por fabricantes diferentes dos que produzem as peças originais. Eles podem apresentar as especificações técnicas exigidas e variam muito de acordo com cada marca.

Agora que você já está mais por dentro desses conceitos, preparamos uma lista com os principais motivos pelo os quais você deve repensar na hora de optar por não usar peças originais na moto. Confira!

1. Falta de garantia

Em função dos preços mais acessíveis, os fabricantes de peças paralelas não costumam oferecer boa garantia — uma vez que grande parte desses componentes começam a apresentar problemas num curto prazo após a sua compra.

Enquanto isso, no caso das peças originais, as empresas produtoras costumam dar, no mínimo, um ano de garantia (podendo chegar, em alguns casos, em até cinco anos).

2. Desvalorização do veículo na revenda

A utilização exclusiva de peças originais/genuínas na sua moto faz com que ela seja mais valorizada no mercado. Veículos que possuem grande quantidade de peças paralelas costumam perder valor significativo na revenda.

3. Riscos para a segurança do motociclista

O mais importante e o principal motivo pelo qual você não deve pensar somente na economia na hora de repor peças na sua moto — afinal, como diz o ditado, o barato pode sair caro.

Como as fabricantes de peças paralelas nem sempre podem garantir a qualidade de desempenho dos seus produtos, optar por esses componentes é um risco muito grande para a segurança do motociclista e outras pessoas no trânsito, visto que eles podem apresentar falhas em momentos críticos.

4. Baixa durabilidade

Outro ponto a ser destacado é a baixa durabilidade de peças não originais.

Muitas vezes, você pode pensar estar economizando na hora de repor algum acessório com uma marca paralela, mas, com o passar do tempo, o produto recém-comprado pode vir a apresentar defeito, fazendo você ter que gastar novamente com o mesmo componente.

Apesar de as peças originais/genuínas geralmente apresentarem um preço mais elevado em comparação com as demais, a garantia de durabilidade estendida desses produtos garante menos (e menores!) dores de cabeça futuras.

Esperamos que, depois de ler esse post, você pelo menos reconsidere a opção de usar peças originais na moto ao fazer uma reposição. Se você gostou do texto e deseja saber mais sobre como manter sua moto em perfeitas condições, continue no nosso blog e descubra como fazer o emplacamento dela!

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