Os 5 pecados capitais na hora de comprar uma moto

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Depender dos horários dos transportes públicos, geralmente lotados, é algo que, definitivamente, ninguém gosta. Se você está considerando comprar uma moto, saiba que essa pode ser uma excelente escolha. No entanto, é preciso ter alguns cuidados para que seu sonho de liberdade não se transforme em transtorno.

Por ser um bem de valor considerável, diversos fatores devem ser levados em consideração antes de se chegar a uma decisão. Dessa forma, você terá maiores chances de encontrar um modelo que de fato se adeque às suas necessidades e às suas expectativas.

Quer saber mais? Listamos os 5 pecados capitais na hora de comprar uma moto. Confira!

1. Não conversar com um proprietário do modelo

Uma forma eficiente de saber como será a sua experiência com determinada marca/modelo é conversar com quem fez essa escolha antes de você. Essa pessoa poderá informar exatamente o que esperar da sua compra, como o pós-venda, defeitos comuns, custos de manutenção, entre outras informações úteis.

2. Não consultar um especialista

Especialmente se você estiver avaliando a compra de um modelo usado, é importante que você leve a um mecânico da sua confiança para que ele avalie a pretensa compra. Nessa visita, ele poderá atestar (ou não) que motor, câmbio e outros componentes estão em boas condições.

Ainda que você esteja disposto a comprar um modelo usado, certamente não vai querer que sua moto passe mais tempo na oficina do que te levando aos lugares, tampouco deseja desembolsar fortunas com consertos.

Evite, também, comprar motocicletas que tenham sido usadas para trabalho de entrega ou moto-táxi, pois costumam apresentar desgaste mais severo e quilometragem elevada.

3. Não comprar um modelo adequado para a sua intenção

Se você mora na área rural e, na maior parte do tempo, vai usar sua moto em estradas de terra, convém escolher um modelo que se adeque a tal propósito — a exemplo daqueles que possuem maior altura em relação ao chão e usem pneus próprios para terrenos irregulares como a NXR 160 Bros ou XRE 300 e XRE 190 por exemplo.

Caso vá utilizar o tempo todo em vias urbanas, existe um número maior de modelos a se considerar.

4. Não prestar atenção às questões legais

No caso dos modelos usados, a idoneidade do vendedor — assim como a comprovação da procedência lícita da motocicleta — são indispensáveis caso você não queira ver o seu sonho de liberdade terminar na blitz ou no tribunal.

Confira eventuais restrições e débitos e, se necessário, faça uma estimativa de quanto será preciso para deixar a documentação em dia. Coloque os números no papel e veja se de fato está fazendo um bom negócio.

Se for pra assumir um financiamento, transfira a dívida para o seu nome assim que fechar o negócio. Dessa forma você garante que a moto será transferida para o seu nome ao fim das prestações.

5. Não conhecer o processo de revenda

Diversos motivos podem levá-lo a vender a sua moto. Seja em razão de gastos inesperados, seja por querer pegar uma moto mais nova e/ou de maior potência, saber a liquidez do modelo antes de comprar é tarefa obrigatória.

A melhor forma de evitar depreciação acentuada, dificuldades na revenda e outras dores de cabeça é comprar de quem tem a confiança do mercado. Seja por meio de um consórcio ou financiamento, dar asas à sua liberdade pode ser bem mais do que um sonho.

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