4 dicas para escolher o melhor modelo de moto para trabalhar

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Com cada vez mais carros nas ruas e um trânsito enlouquecedor — além do transporte público caro e de má qualidade —, comprar uma moto para trabalhar ou se deslocar no dia a dia pode ser uma ótima opção. Esse veículo é ágil, econômico e, acima de tudo, pode trazer uma renda extra com o serviço de entregas.

Contudo, escolher o modelo ideal não é uma tarefa fácil. Continue a leitura deste artigo e veja sete dicas que o ajudarão a decidir qual é o modelo perfeito para você!

1. Pesquise preços

Em primeiro lugar, é preciso analisar o quanto você quer ou pode pagar por uma moto. Como dificilmente temos o valor total para comprar à vista, o financiamento de motos é uma saída válida. O ideal é dar uma boa entrada para que, assim, as parcelas fiquem menores. Caso você não tenha um montante suficiente para oferecer de início, recomendamos participar de um consórcio.

Para isso, não é preciso dar uma quantia de entrada e as parcelas costumam ser mais suaves. Portanto, estude suas possibilidades: faça simulações de ambas as modalidades, pesquise por preços e condições de pagamento, analise qual valor de parcela cabe no seu bolso.

Se você optar pelo consórcio, ainda vale estudar a economia de determinada quantia mensal para dar um lance e ser contemplado. Assim, é possível adquirir sua motocicleta de forma mais rápida.

2. Leve em conta os custos adicionais

Não basta calcular o valor da parcela mensal: é preciso levar em conta os custos adicionais, ou seja, analisar os gastos com as taxas e o consumo da moto. Além disso, você não pode deixar de lado as despesas com manutenção, combustível, revisões, peças, óleo e pneus.

Há, ainda, os impostos, as taxas — como IPVA e DPVAT— e os seguros contra roubo. Considere também os custos imprevisíveis, a exemplo de estacionamento e multas. Muitas pessoas fazem um financiamento curto, com a parcela máxima que podem pagar sem prejudicar o bolso, para quitar rapidamente a moto. No entanto, elas se esquecem de considerar as os itens adicionais que citamos e não conseguem arcar com todas as despesas.

Assim, não sobram muitas alternativas: ou é preciso refinanciar a moto, ou há atraso nas parcelas. Em ambos os casos, haverá multas e mais taxas, que representam gastos ainda maiores. Na pior das hipóteses, pode-se inclusive ter que devolver a motocicleta por falta de pagamento.

3. Decida entre uma moto nova ou usada

É normal que haja dúvidas sobre qual tipo de moto (nova ou usada) comprar. Portanto, é muito importante ficar atento a todos os detalhes na hora da negociação, para não haver arrependimentos, dor de cabeça ou prejuízos posteriormente. O fato é que as duas opções apresentam vantagens e desvantagens.

Ao adquirir uma motocicleta nova, há o benefício de pegá-la nas melhores condições: sem arranhões e com peças originais, além da garantia de fábrica. Além do mais, como a negociação ocorre na concessionária, pode-se conseguir uma linha de financiamento bastante favorável.

Em contrapartida, o preço é mais alto e há uma depreciação anual. Em média, o proprietário de um veículo novo perde entre 4% e 8% do valor anualmente, ao longo dos três primeiros anos.

A moto usada, por sua vez, tem um preço mais baixo. Sendo assim, é possível comprar um modelo antigo, porém mais potente, desembolsando uma quantia menor. Além disso, não há depreciação, visto que os veículos já estão usados e rodaram por alguns anos.

Por outro lado, há mais gastos com manutenção e revisões regulares, sem contar que é imprescindível ficar atento à documentação e aos possíveis sinistros, analisando minuciosamente a procedência da moto. Desse modo, é preciso analisar o custo-benefício antes de fechar negócio.

4. Considere a produtividade e os trajetos

É necessário ter em mente qual será a real utilidade da moto. Se você for usá-la em pequenos percursos, seja para trabalhar ou como principal meio de transporte, modelos menores, entre 110cc e 125cc, são mais recomendados, como a Honda Biz 110i ou a CG 125i Fan.

Porém, se a intenção é cobrir distâncias maiores com mais agilidade, as motocicletas acima de 150cc — como a Honda CG 160 Fan e a CG 160 Titan — devem ser consideradas. É preciso lembrar que, quanto mais potência o veículo tiver, maior será a área que você vai conseguir percorrer, principalmente em locais acidentados ou cheios de ladeiras, onde o motor será mais exigido.

Por esse motivo, lembre-se de observar também por quais terrenos andará. Para trajetos urbanos, qualquer um dos modelos citados é excelente. Agora, se você quer fazer bonito também nas estradas de terra, precisa conhecer a Honda NXR 160 Bros — ideal a todo tipo de terreno.

5. Fique de olho no consumo de combustível

O consumo de combustível é uma questão de extrema importância na hora de comprar uma moto. Você não vai querer atrasar as entregas ou ficar no meio do caminho, não é mesmo?

Desde 2016, toda a linha de motos Honda usa o sistema de injeção eletrônica, abandonando os antigos carburadores. Isso implica em um desempenho muito maior e no baixíssimo consumo de combustível.

Além disso, alguns modelos — como a Honda CG 160 Titan — têm versões flex, o que garante mais autonomia. Lembre-se de que uma moto econômica não precisa ser pequena ou sem potência.

6. Observe o tamanho dos materiais transportados

Nem sempre os materiais transportados são pequenos, portanto, em muitos casos, é necessário usar baús. Além disso, quanto maior for a capacidade de transporte da moto, mais entregas podem ser feitas. Assim, o tamanho do bagageiro e os espaços extras devem ser considerados na hora da compra.

Para situações do tipo, a Honda conta com modelos como a CG 160 Cargo e a CG 125i Cargo. Essas motos vêm preparadas para o transporte de cargas maiores. O chassi delas é desenhado de forma a trazer maior equilíbrio, sem contar que o bagageiro mais robusto facilita a instalação de baús de transporte e aguenta muito mais peso — até 20 kg.

7. Procure por marcas renomadas antes de comprar uma moto para trabalhar

Outra dica muito importante é procurar por marcas conhecidas e confiáveis, como a Honda. Independentemente do modelo escolhido, ele precisa ser robusto e, acima de tudo, reconhecido mundialmente como um produto de alta qualidade e desempenho. Além disso, é necessário ficar atento à manutenção da sua moto.

A Honda conta com muitas concessionárias e revendas de componentes. Quando você tiver que comprar uma peça, com certeza ela estará disponível pelo menor preço do mercado — afinal, não por acaso a montadora é líder de vendas no Brasil.

Agora que você já sabe como escolher uma moto para trabalhar que atenda a todas as suas necessidades, não perca tempo! Compre agora mesmo uma Honda, ganhe um dinheiro extra e pare de perder tempo com um transporte público caro e demorado.

Ficou com alguma dúvida? Tem outra dica a acrescentar? Então, deixe um comentário abaixo e compartilhe suas opiniões ou ideias sobre o assunto!

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