Explicamos 5 mitos sobre motos

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Qual a maneira correta de frear a moto? Como fazer a manutenção dos componentes do motor? O motor novo precisa ser “amaciado”? Existem várias verdades e falácias em assuntos que envolvem os motociclistas.

Se os mitos sobre motos existem é porque envolvem uma atividade simplesmente fascinante. Nesse veículo de duas rodas, o motociclista tem liberdade e mística únicas, e dessa forma é natural que todos queiram entender e dar seus pontos de vista para tudo que envolve esse universo.

Quer saber o que andam falando por aí? Então leia este post na íntegra!

1. Em emergências, frear somente com o freio traseiro é melhor

Trata-se de um dos mitos sobre motos dos mais comentados. Na verdade, a afirmativa de que apenas os freios traseiros devem ser acionados em situações de risco é errada. Utilize sempre os freios dianteiros em conjunto com os de trás, pois, além de diminuir a distância de parada, usá-los da forma correta proporciona maior estabilidade para a moto.

O ideal para frear a motocicleta em situações de risco é “dividir” a força de aperto das manetes em aproximadamente 70% para o freio traseiro e 30% para o dianteiro, o que vai garantir uma parada mais passível de correções de instabilidade e, consequentemente, mais segura.

2. Usar graxa na corrente da moto aumenta o tempo de lubrificação

Outro mito conhecido entre os usuários de motos e que, infelizmente, representa um erro bastante praticado.

Como o metal de fabricação das correntes de moto não apresenta nenhuma capacidade de absorção, a graxa pode aumentar as chances de fixação de poeira e outros tipos de impureza no local, podendo causar um envelhecimento mais rápido do conjunto e até acidentes.

O ideal é utilizar o lubrificante recomendado pelo fabricante, após uma boa limpeza utilizando querosene aplicado por um pincel.

3. O motor da moto não precisa ser “amaciado”

Há quem acredite que o motor da moto já sai de fábrica do jeito ideal para funcionar em altas rotações. Alguns motociclistas ainda cometem o absurdo de propagar a informação de que dar aquela acelerada mais forte em um motor novinho faz com que ele fique bem preparado para sua utilização normal. Essas práticas podem simplesmente desalinhar várias peças do seu motor novo.

O ideal é que, antes dos 150 km rodados, o motociclista não trafegue com a moto exigindo mais da metade de sua capacidade de rotação, caso ele queira que a vida útil dos componentes de sua motocicleta seja maior.

4. Os pneus não têm uma data de validade

Após cinco anos de fabricação, o ideal é que o motociclista troque os pneus de sua moto por um motivo muito simples: depois desse prazo, praticamente nenhum fabricante garante mais a qualidade da borracha desse componente.

Para saber a data de fabricação dos pneus de sua motocicleta, basta procurar, na região lateral, a sigla DOT. Ao lado dela, situam-se dois algarismos que indicam a semana de fabricação, e os seguintes indicam o ano em que o pneu foi construído. Fique atento.

5. Lavar a moto com o motor quente trinca o bloco

Tudo bem que todo cuidado é pouco, mas muito dificilmente isso acontecerá.

A quebra ou a deterioração de um componente em função da exposição ao choque térmico só acontece se ele estiver em uma temperatura muito alta e entrar em contato com alguma substância excessivamente fria.  No entanto, isso dificilmente acontecerá se o motociclista lavar sua moto com água em temperatura natural. E, assim, mais um dos mitos sobre motos foi derrubado.

Gostou das nossas dicas? O nosso conteúdo foi útil para você? Então não deixe de ler nosso artigo sobre o financiamento de motos e tire todas as suas dúvidas!

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